Cabo Polonio

Diário de viagem Uruguai: Cabo Polonio

Posso dizer que o Uruguai me surpreendeu e foi totalmente para o lado bom, mas o que superou completamente minhas expectativas foi Cabo Polônio.

Como chegar A Cabo Polônio

Cabo Polônio fica a cerca de 3h30 de carro de Montevidéu. O vilarejo fica em uma Reserva Natural e somente veículos autorizados tem acesso ao local.

Se você for de carro, tem estacionamento na entrada da reserva. De lá você pega um caminhão 4×4, parecido com um pau-de-arara. É bom se segurar: o percurso é bem emocionante.

Cuidados

Fique atento com as coisas que estão no seu bolso, sério! Acabamos perdendo as chaves do carro e não conseguimos achá-las de jeito algum.

Cabo Polonio

Fique de olho também nos horários de saída dos veículos. Há um horário em que ele para de passar real. Aí você só pode voltar no dia seguinte.

Onde se hospedar e comer

A população é bem pequena, há somente hostels, alguns tipos barzinhos e restaurantes, mas tudo beeem roots. Não possui rede elétrica e esquece a internet. Mas não se preocupe, você não precisa de nada disso.

Almoçamos em um lugar que era de um alemão que tinha decidido largar tudo para viver lá. Ele nos atendia de sunga e esse é o clima lá.

Cabo Polonio

Desbrave o encantador vilarejo

O lugar é maravilhoso, simples assim! Tem vários animais como leão e lobo marinho, e focas, não sei a diferença entre eles na verdade. As praias são praticamente desertas e você pode ver tudo subindo no Farol.

Cabo Polonio

 

Como resolvemos o problema das chaves do carro

Espero que não aconteça com ninguém, mas como disse perdemos a chave do carro e foi bem difícil resolver essa situação.

Na verdade, depois de algumas conversas a locadora levou um carro para gente lá, depois de horas, e tivemos que pagar uma chave US$ 250, mas eles não estavam com a chave reserva.

Como tínhamos que vir embora muito cedo no dia seguinte acabamos sem todas as nossas coisas que estavam no carro, incluindo a CNH, mas resolvemos deixar tudo para traz e depois eles se dispuseram a mandar, mas o preço não valia a pena.

Conheça outros passeios que fiz no Uruguai!

Las Manos

Diário de viagem Uruguai: Punta del Este

Fomos de carro de Montevidéu até Punta del Este. No caminho passamos por Punta Ballena, que é onde fica a Casapueblo. 

O casarão branco tem estilo mediterrâneo com eventos culturais, restaurante, hotel e o ateliê do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró. Infelizmente, não o visitamos, pois era muito cedo e estava fechado.

Playa Mansa

Seguimos pela orla da Playa Mansa, parando em alguns pontos que achávamos legais. Fui dar uma espiada no hotel Conrad, mas não achei nada demais por fora. Desculpa, Amauri Jr.!

Punta del este

Ainda seguindo a orla, passamos pelo Puerto de Punta del Este – o píer que sai para a Isla de Lobos e o Farol. Não fomos ver a fundo essas atrações, pois estávamos a caminho de Cabo Polônio e tem tudo isso lá.

Playa Brava

Passamos para a orla da Playa Brava e paramos no tradicional Monumento de Los Dedos. Mais para frente fica a Ponte Leonel Viera. Ela  é muito divertida de passar de carro, a via tem três ondulações e dá aquele frio na barriga.

Do outro lado da ponte fica a La Barra, um local que tem bares e restaurantes.

Punta del Leste é uma cidade bonita e tem a cara da riqueza, tudo é muito caro por lá, comer então…

Quer ver mais aventuras no Uruguai? Acesse os outros posts do Nah Estrada!

Diário de viagem Uruguai: Montevidéu

O dia foi de correria para conhecer tudo o que ainda estava no plano original de viagem.

Avenida 18 de julho

Começamos pela 18 de Julho, que tem o comércio popular da cidade, casas de câmbio com cotação boa, galerias de arte e o Mercado do Artesão.

Na avenida também fica a Fuente de los Candados para os apaixonados colocarem os seus cadeados e ficarem presos ao amor para sempre, está última parte eu inventei, mas é algo assim.

Nas redondezas ainda tem o Museo de La Historia de Arte, com estátuas da arte Greco-Romana, e o Mirador de La Intendencia, um mirante no último andar do prédio da prefeitura.

Praça Independência

Plaza Independência

Nos arredores da Plaza Indenpendencia, pudemos observar o Palacio Salvo – que foi por muito tempo o maior da América Latina.

Puerta de la Cidadela fica no limite da Ciudade Vieja e o Centro de Montevidéu, pois antigamente uma muralha separava essa parte da cidade.

Visitamos o Palacio Estevez que já foi cede do governo Uruguaio e hoje guarda um museu em um de seus andares com as história de todos os presidentes do país.

Museus e Teatro Sólis

No Museo Torres Garcia pudemos conhecer a vida e a obra desse importante artista uruguaio. Próximo ao museu há uma livraria muito bonita, que vale a visita e até fazer umas compras.

O Teatro Sólis é lindo, sua arquitetura foi inspirada nos teatros italianos. Fomos em uma segunda-feira e ele estava fechado para visitação, mas como era feriado no Brasil e tinham muitos turistas, eles abriram uma exceção.

Teatro Sólis

Outro museu interessante é o El Cabido, ele fica na Praça Constituição de Montevidéu. Lá há vendedores de artesanato e a Catedral Metropolitana.

Mercado del Puerto

O almoço foi no Mercado del Puerto que tem uma variedade muito grande de comida e é o lugar ideal para se deliciar com as carnes uruguaias. Nós optamos pelo restaurante La Maestranza e estava divino.

Nos arredores do mercado tem o Museo del Carnaval e a Galeria Alcatraz del Mercado com peças de arte e artesanato de diferentes artistas, tipo uma cooperativa.

Estádio Centenário

Ainda deu tempo de curtir o finalzinho da tarde no Estádio Centenário, o palco da primeira Copa do Mundo de Futebol. Lá também fica o Museu do Futebol, mas ele já estava fechado quando chegamos.

Estádio Centenário

Buceo

À noite, demos uma volta pelo bairro Buceo e fomos ao Montevidéu Shopping. Dentro dele tem a Tienda Inglesa Montevideo Shopping, que é um supermercado legal para comprar alfajor e doce de leite.

Bate e volta em Colônia do Sacramento!

Muralha Colônia del Sacramento

Diário de viagem Uruguai: Colônia del Sacramento

No segundo dia de nossa viagem, optamos por ir a Colônia del Sacramento, um lugar encantador que é Patrimônio Cultural da Humanidade.

A sensação é de estar no período colonial, as ruas do centro são de paralelepípedos, com lamparinas, arquitetura preservada da época em que portugueses e espanhóis disputavam o território.

O que fazer em Colônia del Sacramento?

Começamos passando pela muralha, o Porton de Campo, na frente dela tem um local que oferece informações turísticas, dali é só explorar as lojas de artesanatos, as galerias de arte, os museus, os restaurantes e os simpáticos cafés e os pontos turísticos.

Na Plaza Mayor há partes das estruturas da casa do governante português, destruída em uma das guerras pelos espanhóis. Logo em frente fica a Basílica do Santíssimo Sacramento com muros em pedras.

El Drugstore

Onde comer?

O almoço foi no El Drugstore, inspirado nas obras do Almodôvar. O local é colorido, com toalhas com estampa de poá, música ao vivo, rolou até “Fogo e Paixão”, do Wando, cozinha aberta, você vê o seu prato sendo feito e, principalmente, comida deliciosa.

De volta ao passeio…

A entrada para o Farol é paga e tem que ter fôlego para subir as escadas, mas vale a vista. Em volta dele estão a ruínas do Convento San Francisco.

Andamos até o Píer onde fica o Teatro Bastion del Carmen, que já foi fábrica de sabão, lavanderia e armazém no passado. Ficamos um tempinho descansando e observando o Rio da Prata.

Você pode comprar um tíquete que dá direito a visitar todos os museus, tem que ficar esperto para saber o dia que eles fecham. Há o Museu Português, o Espanhol, o Indígena, o do Azulejo e o Municipal. Não visitamos, pois estávamos com pouco tempo.

Colônia Del Sacramento

É possível fazer um tour guiado pela cidade, mas ele é pago. Você pode ainda andar pela orla que tem só 5km e descobrir ainda mais sobre a história da cidade.

Como ir de Montevidéu a Colônia Del Sacramento

Colônia del Sacramento fica a cerca de 2h de Montevidéu, 177km, dá para pegar o ônibus até lá a partir do Terminal Três Cruces.  

Farol de Punta Carretas

Voltando para Montevidéu nos deparamos com uma roda de capoeira na orla e fomos ver o pôr-do-sol do Farol de Punta Carretas, que estava lotado, talvez por ser um domingo.

Farol de Punta Carretas

Fizemos uma visita rápida ao Punta Carretas Shopping, que é um shopping normal agora, mas o prédio era uma antiga penitenciária, onde ocorreu uma famosa fuga de 100 presos guerrilheiros, entre eles o Mujica.

Bate e volta para Punta Del Este: saiba o que fazer na cidade!

Diário de viagem Uruguai: aluguel de carro, chip de celular e chivito

Chegamos no aeroporto do Uruguai por volta das 13h. O voo é bem tranquilo e leva cerca de 2h30 de São Paulo a Montevidéu.

Aluguel de carro no Uruguai

Pegamos o carro que eu havia reservado da Avis, pela Expedia.

No Uruguai, como em muitos lugares, é obrigatório pagar o seguro do veículo, tem alguns cartões de crédito que tem esse benefício. Vale verificar se é o caso do seu e sempre é melhor ter um seguro!

Todos os postos de gasolina tem o mesmo preço, então nem precisa ficar pesquisando e é obrigatório andar sempre com a lanterna acesa, o que nos rendeu um apuro de acabar a bateria, quando deixamos a luz acesa com o carro desligado.

Chip do celular

Trocamos alguns reais por pesos, pois fomos sem nada de dinheiro local, e compramos um chip na loja de uma operadora local, tudo no saguão do aeroporto que era bem pequeno.

Não lembro o nome da operadora de telefone, mas sei que era bem barato e você tinha internet pelo período que contratasse. Para falar a verdade, a internet não era boa, dava para passar raiva tentando usar o Google Maps ou o Waze.

Coma Chivito

O primeiro local que visitamos foi o Lo Del Pepe, que é considerado o melhor e o maior chivito de Montevidéu.

Chivito é uma comida típica, mega tradicional, é tipo um lanche gigante que leva muitos ingredientes, tem uma infinidade de sabores e vende em quase todos os cantos da cidade.

Lo del Pepe

Nós dividimos, acho que não aguentaria um inteiro e vinha com batatas-fritas.

Palácio Legislativo e Pocitos

Começamos a andar meio que sem rumo de carro, muito por estarmos perdidos. Visitamos o Palácio Legislativo, sede do Senado Uruguaio e da Câmara dos Deputados. Andamos um pouco pelo centro e decidimos ver o pôr-do-sol na rambla, que é maravilhoso.

IMG_2939

Terminamos a noite em um restaurante árabe em Pocitos, bairro em que estávamos hospedados, e lá tinha Chivito também.

Comece a se divertir com os diários de viagem do Uruguai!

Dica de hospedagem boa e barata em Montevidéu

Sempre que viajo procuro maneiras alternativas de hospedagem, pois, para mim o que importa basicamente é ter uma cama boa, um banheiro digno e que tudo isso seja  limpo. Consegui uma hospedagem boa e barata em Montevidéu.

Na verdade, eu prefiro gastar com outras coisas que considero mais importantes, como: comida, passeios, aluguel de carro. Outro ponto é que eu sou muito intensa, então, pouco fico no lugar em que fico hospedada.

Uma coisa que levo bastante em conta é a localização, isso sim faz uma diferença danada.

O lugar em que fiquei

Viajei para o Uruguai com o meu namorado, portanto, optei por pegar um quarto para casal no AirBnb. Caso vá sozinho ou com amigos, acredito que escolher um hostel pode ser uma boa opção.

O lugar era bem recomendado, o que é fundamental na hora da sua decisão de escolha, o bairro – Pocitos – era tranquilo, tinha bons restaurantes, mercados, ponto de ônibus na porta, lugar para estacionar o carro, caso você alugue um, perto da rambla, do centro, enfim, fácil acesso ao resto da cidade.

O quarto era grande e confortável e as anfitriãs bem receptivas, está ai uma das coisas que eu mais gosto do AirBnb: poder fazer contato, conhecer a vida dos locais e se sentir um pouco como moradora do lugar, menos turista.

Acompanhe o diário de viagem do Uruguai no Nah Estrada!

Rambla de Montevidéu

Relato: Descobrindo o Uruguai

Quando pensei em viajar para o Uruguai sabia pouco, ou quase nada, sobre o país. Minha base era: o Mujica foi presidente, eles legalizaram o aborto e descriminalizaram a maconha.

Lá tem o hotel Conrad que passa no Amaury Jr e aquela mão que sai da areia que aparece em todas as fotos de turistas.

Planejando a minha viagem notei que vai muito além, o Uruguai respira história e o Brasil faz parte dela. Aliás, é estranho você ir a um país em que nós tivemos tanta influência para o bem e para o mal.

Tadinho dos gaúchos se eles acham que são os reis do chimarrão, os uruguaios andam com sua garrafa térmica embaixo do braço e a cuia na mão.

É o flanelinha, a pessoa que está fazendo propaganda política na rua, a vovó fazendo compras no mercado, todo mundo mesmo. O mais interessante é que o mate é importado do Brasil.

Um vendedor me disse que esse era um hábito dos índios brasileiros, passado para os portugueses, que foram trazidos para o Uruguai.

Aliás, a questão dos índios por lá não é digna de orgulho, visto que os colonizadores exterminaram todos eles.

E sabe aquelas invasões que vemos no Game of Thrones, que a galera mata todo mundo, saqueia e estupra as mulheres, então brasileiros fizeram isso por lá para tentar ganhar território.

Sobre a política atual há pessoas insatisfeitas e como eles contaram alguns trabalham para os outros descansarem. Acho que já ouvi essa história antes.

Existem muitos museus, galerias de arte e lojas de artesanato.

Os uruguaios são magros em sua maioria, não comi coisas muito light lá, mas acho que é porque eles possuem o hábito de fazer muitas atividades físicas.

Em Montevidéu, por exemplo, a rambla, que é tipo uma orla, está sempre cheia, principalmente no horário do pôr-do-sol no Rio de La Plata, que é maravilhoso.

Chega de blá, blá, blá e vem conhecer melhor o país no Nah Estrada!

Diário de viagem: a despedida do Chile

No último dia, arrumamos as malas e aproveitamos um pouco do hostel. Almoçamos no KFC, um hambúrguer com abacate, todos os lanches vão abacate no Chile, inclusive o cachorro-quente, mas é gostoso.

Fizemos o check-in, mas permitiram que nós deixássemos as malas no hostel para podermos nos despedir da cidade. Voltamos e pegamos um táxi até o aeroporto.

Um pouco mais de Santiago

Algumas coisas que eu não mencionei, mas vale a pena falar é que nas ruas há muitos cachorros, inclusive de raça, pois aqui não rola essa de carrocinha.

Os animais são bem tratados e alimentados pelas pessoas. Eles são vacinados e castrados por universitários.

Outra coisa é a limpeza das ruas, ninguém joga lixo no chão e eles dizem que quem joga geralmente são os brasileiros.

Não faça isso, primeiro porque não se deve fazer mesmo em qualquer lugar do planeta e segundo porque eles vão te xingar muito, você vai passar vergonha.

Os chilenos são simpáticos e receptivos.

Saiba como foi a viagem completa ao Chile!

Diário de viagem: outlets e compras em Santiago

O sexto dia da viagem foi dedicado a visitas a outlets e compras em Santiago. Sabíamos que alguns produtos eram mais baratos por lá, já que os impostos são menores do que os do Brasil.

Outlets

Começamos pelas outlets da Adidas e da Nike na Calle Pedro de Valdivia e fomos a da Reebok também, mas não lembro onde exatamente, mas era na região.

Fomos às lojas de eletrônicos, que realmente eram mais em conta. Minha amiga não comprou um notebook que estava bem mais caro no Brasil e se arrependeu depois. Não sei exatamente onde fica, pois um taxista que nos levou até lá.

Mercado Central

Almoçamos no ????????????????????Mercado Central que é uma das principais atrações turísticas da cidade. Aqui há algumas lembrancinhas para vender, frutas diferentes e frutos do mar. Escolhemos o restaurante Donde Augusto que tem até bandeira do Brasil e camisa de times brasileiros.

Eu comi um peixe, mas o tradicional lá é comer a centolla, tipo um caranguejo gigante que só pode ser achado nas águas do Pacífico. Eles ficam vivos nas vitrines.

Demos uma passada pela Ahuada para ver se tinha alguma coisa legal e barata.

Galeria do rock de Santiago

O namorado da minha amiga anda de skate, por isso fomos a uma espécie de Galeria do Rock de Santiago. Ela tem formato em caracol e os preços são mais em conta do que o do Brasil. Eu tentei achar o nome correto do local, mas não consegui.

????????????????????

Souvenirs

Achamos bem difícil comprar souvenirs em Santiago e só conseguimos achar o que queríamos na Estação de Trem da cidade, que tem várias lojinhas. Dizem que você pode achar também na feira de artesanato de Santa Lucía.

Parque Arauco

Fechamos o dia de compras no Parque Arauco, pois, como já disse antes, ele estava em promoção e eu adorei o lugar. Aqui há lojas de marcas famosas e as lojas de departamento tradicionais do país: Paris, Ripley e Falabella. Sem falar nos restaurantes. Ufa! Dia corrido e muito cansativo.

Veja dicas do que fazer em Santiago!

Diário de viagem: Concha y Toro e Cerro San Cristobal

Confesso que nesse quinto dia de viagem eu senti o cansaço acumulado. Na minha rápida estada no Chile, quis aproveitar tudo ao máximo. Acordava cedo, andava muito e ia dormir tarde. Mas vamos a Concha y Toro e Cerro San Cristobal!

Cerro San Cristobal

Nesse dia foi difícil acordar, levantei, tomei café e um energético, e fui até o Cerro San Cristobal. Para chegar ao topo do morro, usamos o funicular, que é tipo um bonde. Lá em cima, havia uma igreja a céu aberto e uma capela, e mais uma vez uma vista incrível de Santiago.

????????????????????

Neste cerro há também um zoológico, mas nós não fomos nele. No pé do morro havia uma lhama, mas tinha que pagar para tirar foto com ela. Aliás, outra coisa que sempre é paga no Chile é o banheiro.

Patronato

Na descida do cerro tomei mais um energético, mas não funcionou muito bem. Até tentei ir com a minha amiga até o bairro Patronato, uma 25 de março chilena, até cheguei lá andando, mas tive que voltar ao hostel para dar uma dormidinha salvadora.

Concha y Toro

Na parte da tarde, fomos de ônibus até Concha y Toro – a maior vinícola do Chile. Fizemos um tour guiado pelo local, que é bem legal. Ele começa com um vídeo falando sobre a vinícola, depois tem a visita aos jardins, ao parque e a fachada da residência de verão da família Concha y Toro do fim do século XIX.  Depois conhecemos os vinhedos com muitas variedades de uva e ai vem a primeira degustação de vinho.

????????????????????

Fomos até os locais onde o vinho é armazenado, inclusive ao Casillero del Diablo, com toda a sua lenda sobre o vinho. Fizemos mais uma degustação e ganhamos a taça que usamos. O passeio termina na loja da Concha y Toro.

Há visitas em inglês, espanhol e português. Elas podem ser reservadas antes pelo site e custam $8.600 pesos chilenos.

Dica extra

Uma coisa que eu não falei ainda é que no decorrer da viagem compramos cervejas e outras coisas em mercados, uma dica é guardar sempre as garrafas de vidro da cerveja que ai você paga mais barato na hora da próxima compra.

Veja outras atrações de Santiago!