Diário de viagem: atrações turísticas de Buenos Aires

Na manhã seguinte não tinha quase ninguém nas ruas porque era domingo. Mas fomos ver algumas atrações turísticas de Buenos Aires.

Caminito

Fomos na Calle Florida e as lojas ainda estavam fechadas. Passamos pela Casa Rosada e pegamos o ônibus desta vez com destino ao Caminito.

Para chegar lá passamos pelo campo de futebol que o Ceará do Pânico quebrou o pulso. O Caminito fica na periferia de Buenos Aires. O lugar é ideal para comprar souvenirs, tem uma feira de artesanato e muitas lojas, incluindo a do Boca Juniors.

O estádio do Boca, La Bombonera é bem alto e fica no meio das ruas do bairro, em dia de jogo deve ser uma loucura. Andando pelas ruas do Caminito é possível ver diversos casais fazendo apresentação de Tango.

 

San Telmo

Depois fomos a San Telmo, o local tem uma feira de antiguidades. Almoçamos em um restaurante que a comida era muito ruim.

Jardim Japonês

Saindo de lá pegamos um táxi até o Jardim Japonês. É um parque bem bonito, que dá para sentir como tudo é harmonizado e tranquilo. Perfeito para repor as energias!

Calle Florida

Já estávamos bem cansadas e mesmo assim encaramos a Calle Florida. Chegamos lá umas 19h40 e tínhamos que olhar todas as lojas e comprar presentes até as 21h (horário de fechamento das lojas).

As roupas femininas não são muito baratas, mas as masculinas sim. Roupas da Nike e Adidas são o mesmo preço que aqui só que em pesos, se você pagaria R$ 400,0 em um tênis aqui, lá vai estar 400 pesos – metade do preço.

Na nossa última noite argentina, curtimos uma festa da pizza no hostel que tinha uma banda latina, que acabou tocando alguns sambas, pois tinham muitos brasileiros hospedados por lá. Aliás, brasileiro é o que não falta na Argentina.

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Diário de viagem: passeio em Buenos Aires

Muitas pessoas dizem que os argentinos são grossos e mal educados. Não sei se sou uma exceção, mas fui tratada muito bem lá, por homens e mulheres. Existem pessoas estressadas, mas a proporção de pessoas solícitas para as más educadas era muito maior.

Copa do Mundo

No dia seguinte fomos para a praça onde fica o Obelisco. Lá assistimos ao jogo da Argentina x Alemanha. Vimos o time de Maradona ser eliminado da Copa do Mundo em um placar de 4×0.

Eles realmente amam futebol e acima de tudo o Maradona. O nome do Pelé é praticamente proibido por lá. É igual no Brasil, as pessoas se reúnem e o comércio fecha no período do jogo

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Fomos tentar comprar uma Quilmes no Carrefour de lá e fomos impedidas pelo segurança que disse que só podia comprar bebida alcoólica depois das 15h – não sei se é regra ou se era por causa do jogo.

Como andar de ônibus em Buenos Aires?

Decidimos ir de ônibus até a Recoleta. Importante: todos os ônibus param em seus respectivos pontos. Por exemplo tem um ponto só para o ônibus T714, outro só para N315. Mesmo que eles passem na mesma rua.

Nos não sabíamos disso e em um ponto qualquer demos sinal e o ônibus não parou. Outra coisa não tem cobrador e para pagar o ônibus é em uma máquina que só aceita moedas.

Os ônibus são antigos, como quase tudo na cidade. Acho que Buenos Aires tem um estilo Anos 80. É difícil você encontrar um carro do ano, construções futuristas, parece que eles pararam no tempo.

Em contrapartida à noite a cidade é cheia de luminosos, com outdoor digital e um clima de cidade moderna e agitada.

Recoleta

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Na Recoleta visitamos o cemitério em que a Evita e importantes famílias argentinas estão enterradas. Apesar de ser um cemitério é bonito e possui peças, estátuas e tumbas bem interessantes.

Fomos à Plaza Francia que tem uma feira de artesanato. A Recoleta é um bairro muito charmoso e cultural, pois tem muitos museus, galerias, boutiques e igrejas.

O melhor almoço da vida

Almoçamos em um ótimo restaurante na frente do cemitério, tinha entrada, salada, prato principal, sobremesa e champanhe tudo isso deu uns R$ 30,00 por pessoa.

Foi um almoço incrível que durou umas três horas e com uma linda música de fundo para torná-lo perfeito.

Floralis Genérica

Depois de bem alimentadas ficamos um tempo na praça e seguimos explorando o bairro. Vimos a Floralis Genérica uma grande escultura que as pétalas ficam mais abertas durante o dia e vão fechando a noite.

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Entramos em uma Universidade Pública que por fora era uma verdadeira obra de arte, mas por dentro estava toda destruída e era muito velha.

Voltamos para o hostel, descansamos e nos preparamos para conhecer mais uma balada.

Dessa vez fomos só para conhecer mesmo porque as baladas na Argentina começam a “bombar” às 2h30 – antes disso as pessoas costumam ir a restaurantes, bares, teatros e cinemas – e geralmente terminam depois das 6h.

Balada em Buenos Aires

A escolhida foi a Crobar, dizem que é uma das melhores de Buenos Aires, lá vai a galera que tem grana. É grande, bonita e com duas pistas, toca música eletrônica. Ficamos lá até começar a chegar gente e fomos embora devido ao cansaço.

Jantamos no Mc Donalds que é igual ao daqui com pequenas mudanças nos lanches para atender o paladar argentino – sem sal.

Veja mais passeios em Buenos Aires!

Diário de viagem: primeira noite em Buenos Aires

Eu e mais três amigas decidimos totalmente de última hora e sem muita programação ir a Buenos Aires.

Vou contar para vocês como foi essa viagem. Consegui muitas dicas em blogs e também quero ajudar os viajantes a conhecer melhor o país dos nossos hermanos.

Aeroporto ezeiza x aeroparque

Chegamos por volta das 18 h do dia 2 de julho de 2010 no aeroporto de Ezeiza. Ele fica a uns 35km do centro. Ai vai a primeira dica: prefira os voos para o aeroporto Aeroparque Jorge Newberry. Ele está a apenas 4 km do centro.

Onde trocar dinheiro em Buenos Aires?

No aeroporto conseguimos trocar reais por pesos no Banco de La Nacion Argentina, eles pagam o valor da cotação do dia.

Não recomendo trocar pesos no Brasil, pois lá você consegue preços mais baixos do que os daqui e ainda consegue pagar muitas coisas em real com uma cotação menor.

Como ir do aeroporto ao centro?

Pegamos um táxi no aeroporto até o hostel em que ficamos hospedadas. Os táxis oficiais de Buenos Aires são amarelos na capota e preto no restante. São baratos e você precisa tomar certos cuidados, como em boa parte do mundo. Eles podem ir por caminhos mais longos e dar voltas para você pagar mais.

Prefira que o local que você está hospedado chame o táxi para você. Outra opção são uns carros que você negocia o preço antes. Nós pegamos um desse para ir ao hostel. O valor é quase o mesmo dos táxis tradicionais.

Hospedagem

Reservamos o Hostel Suites Obelisco e eu adorei o lugar. Os quartos e os banheiros eram limpos diariamente. Não tinha barulho, os atendentes até que eram simpáticos e a localização excelente.

Os computadores não funcionam muito bem. Eu só conseguia usá-los de madrugada por que nos outros horários sempre tinha gente.

Comida

Naquela noite jantamos em um restaurante que parecia ser da Pepsi – era o nome que estava no letreiro. Comemos pizza, e apesar de não ser igual à de São Paulo, estava muito boa.

Comer bem em Buenos Aires é quase um achado. Em geral a comida é sem tempero, o frango é cheio de gordura e tem lugares não muito limpos.

Balada em Buenos Aires

Decidimos conhecer a noite de Buenos Aires e conseguimos comprar no hostel um bloquinho com entradas para várias baladas, com todos os dias da semana, por 40 pesos.

Mega barato, afinal em quantas baladas bacanas você entra com R$ 20,00 no Brasil!

O atendente do hostel nos indicou uma balada, mas quando chegamos lá percebemos que ela era “lado B”, alternativa, como se fosse uma balada da Augusta, em um beco da República.

Como não era muito o nosso perfil decidimos arriscar e ir a uma balada fora de Buenos Aires, em Olivo, o nome dela é Sunset. Era um lugar incrível com pessoas de diversos estilos, grande – parecida com a Pacha – e tinha várias ambientes.

No principal tocava música latina. Inclusive tinha um palco para apresentações que naquele dia estava um grupo cubano. Em outra pista tocava música eletrônica. Galera animada!

Na volta queríamos pegar um táxi de Buenos Aires porque os da cidade eram bem velhos, mas era proibido. Para conseguir pegar um tivemos que ir longe do fiscal e entrar correndo em um táxi.

Para a nossa sorte conseguimos um taxista legal que levou a gente para casa com a quantia que tínhamos e ainda nos levou para conhecer outras regiões da cidade, lembro que passamos por Palermo e ele nos mostrava toda hora moças andando sozinhas de madrugada e falava que era normal isso acontecer em Buenos Aires.

Confira o segundo dia em Buenos Aires!