Aluguel de bicicleta em Barcelona

Aluguel de bicicleta em Barcelona

Sim, a bike foi o meu meio de transporte oficial e preferido de Barcelona. A cidade possui muitas ciclovias e ciclistas. Aluguei bicicletas por dois dias em estabelecimentos diferentes.

Na parte mais turística, a concorrência é com os outros visitantes e nos horários de pico pode ser um desafio tentar seguir o ritmo de passeio quando todos estão se deslocando da casa para o trabalho e vice e versa.

Dicas para andar de bicicleta em Barcelona

Aluguel de bicicleta em Barcelona

  1. Dê passagem para quem está com pressa. Você está passeando, mas a galera usa a bike como meio de transporte real.
  2. Desça da bicicleta na rambla. É proibido circular por lá e dá até multa.
  3. Não pare a bicicleta em postes ou em locais que não são destinados a elas. Também dá ruim.
  4. Tome cuidado com a bike em Barceloneta. É onde há mais roubos.
  5. Sempre prenda a bicicleta de forma correta. Se furtarem você vai tomar um prejuízo.
  6. Não tem onde deixar a bike para pegar o teleférico de Montjuïc.
  7. Nem todos os lugares são planos e você pode se deparar com subidas.

Seguro das bikes

Na hora em que for alugar, eles vão te oferecer o seguro.  Como alguns amigos meus foram furtados na praia, não em relação a bicicleta, mas a carteira e tal, decidi pagar o seguro no dia que visitei Barceloneta. No outro em que fiquei mais pelo centro não contratei.

Documentos para alugar uma bicicleta

  • Documento com foto, tipo RG, CNH e passaporte. Eu sempre deixo minha habilitação vencida.
  • Ou o número do cartão de crédito.

Onde alugar bicicleta em Barcelona?

Gostei dos dois lugares em que aluguei as bicicletas, fui bem atendida em ambos e as bikes estavam em boas condições e ainda eram charmosinhas. Podendo colocar ou não a cestinha na frente.

Color Bikes

Endereço: Carrer dels Tallers 1B 08001 Barcelona

Cruising Bike Tours

Turbo Gràcia: Calle Santa Tecla, 7, e Turbo Ramblas: Calle Jerusalem, 32

Os valores são 12 euros por 12 horas, mas há vouchers de desconto geralmente no hostel e outras tarifas para diferentes horários e até planos de mais dias de locação.

Confira os meus roteiros de viagem com bicicleta nos próximos posts.

Dicas para escolher onde fazer o seu intercâmbio

Você decidiu estudar fora do país, mas não consegue definir o destino de sua viagem? Vou passar algumas dicas que utilizei para achar o lugar que julguei perfeito para o meu intercâmbio. Saiba onde fazer o seu intercâmbio:

Dicas

  1. Escolha a língua que você deseja aprender ou aprimorar;
  2. Defina o tempo que você pretende passar no seu intercâmbio, lembrando que um mês é legal, ajuda, mas não resolve a vida, e os cursos completos são de no mínimo três meses;
  3. Analise o clima que você irá enfrentar nesse período, a recomendação é sempre ir durante as estações intermediárias, outono e primavera, para não pegar temperaturas extremas. Ou escolha um local em que você não irá sofrer tanto com a mudança climática.
  4. Pense se você quer morar numa cidade grande, litorânea, nas montanhas, com localização estratégica, agitada ou tranquila.
  5. Se a intenção é trabalhar, veja quais países permitem que você trabalhe mesmo tendo um visto de estudante.
  6. Pesquise sobre o custo de vida nas cidades para não se assustar com os preços quando chegar lá.
  7. Se a sua intenção é realmente aprender a língua nativa, ainda mais se tiver pouco tempo para isso, busque o local com menos brasileiros possíveis. É legal ter alguém do seu país por perto, mas vocês vão acabar conversando em português.
  8. Descubra como é o meio de transporte público e qual a forma que as pessoas geralmente se locomovem por lá. Tem lugares que esse sistema não é muito bom e abrangente, e você vai ter que depender de um carro, o que aumenta o custo da viagem.

Minha escolha: irvine na califórnia

Intercâmbio

Fiz um intercâmbio de um mês em Irvine, na Califórnia, nos Estados Unidos. Escolhi essa cidade ao descobrir que ela ficava em um local estratégico, seguro, tranquilo, perto das praias e que me permitiria viajar pelo estado e para Las Vegas aos finais de semana.

Levei em consideração o clima, pois fui em janeiro e não queria passar tanto frio.

Como não tinha a intenção de trabalhar, eram praticamente férias, tirei o visto de turismo mesmo, o que limitou as minhas horas de estudos.

LOnge dos brazucas

Na minha escola só eu era brasileira e na cidade também não havia muitos conterrâneos. Na verdade, só encontrei um casal falando português no mercado. Eu já sabia disso e ajudou muito no meu aprendizado.

O que atrapalhou um pouco foi o transporte público que não era abrangente e demorava a passar. Na verdade só os imigrantes, geralmente mexicanos, e turistas andam de ônibus por lá. Mas a vantagem é que você pode levar a bicicleta em todos os meios de transportes públicos.

Saiba como escolher a sua escola de intercâmbio!

Veja por qual tipo de hospedagem optar!

Dicas sobre viagens de cruzeiros

Vai começar a temporada de viagens de navios no Brasil. Por isso, fiz um post sobre dicas sobre viagens de cruzeiros. Espero ajudar a todos!

Como decidir o melhor destino

No início deste ano, eu fiz uma viagem de cruzeiro pela costa brasileira. Para decidir qual seria o passeio escolhido, levei em conta alguns itens: destino, paradas, tempo a bordo, preço, refeições e bebidas inclusas. Ah e a data que estava de acordo com o período que eu poderia me ausentar do trabalho.

Com tanta opção de navio no mercado, você pode decidir ainda pensando em conforto, serviços de bordo, tripulantes e atrações dentro e fora do navio.

Eu escolhi o Grand Mistral, que não virá esse ano para o Brasil. A Costa o comprou e tem outros planos para ele fora do país.

Vale a pena fazer um cruzeiro?

Ok, a primeira dúvida é: vale a pena fazer um cruzeiro ou me planejar para ficar uma semana em algum lugar? Depende, se você realmente quer conhecer a cidade, fazer vários passeios turístico não é recomendado. Mas se você quer ficar em um hotel de luxo, com um ótimo serviço de bordo e conhecer várias lugares, o cruzeiro é uma ótima opção.

ESTRUTURA DO NAVIO

O navio não era o mais luxuoso, mas foi mais do que o suficiente para mim. Ele é considerado de médio porte. O serviço era realmente muito bom, os tripulantes simpáticos, atenciosos e animados.

Na verdade foi o que eu ouvi falar muito dele, que não era o mais chique, mas o mais divertido. Para vocês terem uma ideia, depois de uma semana convivendo com a galera do navio, eu sai de lá sentindo que tinha deixado amigos de longa data.

Comidas e bebidas

O Grand Mistral tinha além das tradicionais refeições, bebidas também inclusas, mas só nos horários em que as comidas eram servidas. A real é que tem refeições o dia todo, então dá para gastar bem pouco com as bebidas, como: água, refrigerante, cerveja e vinho.

O horário do jantar é definido por eles, mas tem como trocar se precisar, e sempre é o mesmo todos os dias. As pessoas que te servem também são sempre as mesmas e a mesa também. Todas as informações estão em um papel colocado na cabine.

Pode ser que você tenha que dividir a mesa com outras pessoas, mas é legal por que rola uma interação.

Dinheiro no navio

Outra coisa é pensar em como pagar o consumo no navio. O mais pratico é um cartão de crédito internacional, que você cadastra logo no primeiro dia. Importante: eles não aceitam aqueles cartões pré-pagos, como Travel Money. Tudo é calculado em dólar e lembre-se de desbloquear o seu cartão para compras internacionais.

Você pode levar dinheiro, mas tem uma quantidade mínima para desembolsar. No penúltimo dia, eles enviam a conta para o quarto e você tem um prazo para analisar, depois eles debitam o valor diretamente no seu cartão.

Entretenimento a bordo

Algumas pessoas pensam que ficar dentro de um navio pode ser uma chatice, mas não é assim, tem muita coisa para fazer a bordo. Todos os dias há apresentações teatrais, festas temáticas, aulas de danças, de ginástica, apresentações, brincadeiras e muuuuito mais, no final da noite rola até balada.

Há atrações para todas as idades, por isso, esse é o passeio ideal para se fazer com toda a família, com exceção dos cruzeiros temáticos, claro. Os pais podem ficar tranquilos com os filhos. Há monitores para crianças e adolescentes.

Diariamente um jornal é deixado com toda a programação do dia seguinte na cabine. Uma coisa legal é tentar descobrir as festas que geralmente ocorrem no navio, para estar preparado para cada tema.

Sobre passar mal durante a viagem

Navegar enjoa? Sim, eu enjoei e até tomei remédio. Eles oferecem de graça essa medicação na recepção do navio. Eu levei o meu de casa, pois não sabia dessa informação. Eu fui de São Paulo até Salvador, mas disseram que ir para o Sul é pior.

Compras no navio

Todos os dias há promoções nos Free Shops que tem dentro do navio, então não compre nada no primeiro dia, pois o produto pode estar mais barato no dia seguinte.

Quanto aos passeios, eu acredito que eles são bem mais caros se forem fechados dentro do navio. O legal é pesquisar antes as opções nos locais que o cruzeiro irá parar.

Internet a bordo

A internet a bordo é muito cara e devagar, só use se for realmente necessário. As ligações feitas em alto mar são consideradas como internacionais, isto é, bem caras. É bom saber para não ter surpresas na hora da conta.

O que eu mais gostei em fazer um cruzeiro é poder conhecer pessoas dos mais diferentes lugares do mundo, conversar um pouco com elas e descobrir como é viver em um navio e muitos vezes longe da família.

Uma surpresa bem legal da viagem foi que metade dos passageiros do cruzeiro eram argentinos e a outra metade brasileiros. O que proporcionou uma interação e uma troca de culturas sensacionais. O portunhol foi a língua oficial da viagem.

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