Roteiro de Paris

Roteiro de 4 dias em Paris: Dia 1 (Notre-Dame e Marais)

O meu roteiro de 4 dias em Paris, para variar, está ligado a localização da minha hospedagem. Ele foi feito na maior parte do tempo a pé. Sempre recomendo colocar as localizações no Google Maps e criar o seu próprio trajeto de acordo com as atrações que curte, tempo de viagem, prioridade e por aí vai.

Manhã dos locais

Você pode começar o dia tomando um café da manhã no Square Saint-Médard se estiver próximo a ele ou em algum outro bairro menos turístico. Já para mergulhar no clima real parisiense.

Próxima parada, Jardim de Luxemburgo. O parque é bem bonito e fui andando facilmente até ele. Depois, você pode ir em direção a Ilê de la Cité que é onde fica Catedral de Notre-Dame.

Ilê de la Cité

Antes de atravessar a ponte Saint-Michel para acessar a ilha, visite a livraria Shakespeare & Company. Ela é muito fofinha, com uma vibe incrível, retrô e aconchegante. Desbrave a área interna do local e se encante a cada cômodo.

A catedral é maravilhosa por dentro e por fora. A visita a área religiosa é gratuita, porém acredito que vale muito a pena encarar a escadaria de pedras e ir ao topo da torre. Além da vista, há os animais esculpidos e o sino.

Geralmente a fila para comprar os ingressos é imensa, porém quando fui fiquei cerca de 20 minutos e já consegui subir. Tente comprar o bilhete antecipadamente pelo site para não perder muito tempo da viagem aqui.

Ilê Saint Louis

Atravesse a ponte Saint-Louis e chegue à Ilê Saint Louis. Nessa ilha fica a sorveteria mais famosa de Paris, a Berthillon. Além de apreciar as receitas familiares do local, vale passear pela pequena ilha e observar seus hotéis, padarias, residências e sua igrejinha. Antes de ir, veja se o estabelecimento está aberto pelo site.

Marais

Comece o passeio por Marais pela Place des Vosges. É uma das praças mais antigas de Paris. Ao seu redor estão edifícios clássicos, galerias de arte, o Museu do Victor Hugo e até uma sinagoga.

Há ainda dois museus bastante importantes para o país nas redondezas: o Museu Nacional Picasso e o Centre Pompiou.

O bairro em si é um ponto com muitas lojas bacanas, diferentes, restaurantes, bares e casas noturnas, muitos deles dedicados a comunidade gay. Vale passear por suas ruas e quem sabe curtir a noite de Paris por lá.

Saiba aonde se hospedar em Paris!

Confira o segundo dia do roteiro de viagem de Paris.

Hospedagem em Paris

Onde se hospedar em Paris?

A dica que eu posso dar de onde se hospedar em Paris é de região. Aluguei o apê do namorado da minha amiga. Ele era bastante pequeno, tipo um quarto e um banheiro. Ficava no último andar de um prédio.

Assim como esse, há algumas opções parecidas no AirBnb e outros tipos de hospedagem no Booking.com.

Gostei bastante do bairro que deve ser ótimo para morar. Não estava no centro, mas tinha fácil acesso a várias atrações parisienses e ainda cafés, bares, restaurantes e mercadinhos nas redondezas. Ficava na Boulevard de Port-Royal e era mais local do que turística.

Square Saint-Médard

O lugar que eu mais amei próximo ao apartamento foi o Square Saint-Médard. Disseram que é um bairro bastante típico. As ruas são de paralelepípedo. Tem feira livre, cafés clássicos, comidas francesas e de vários outros países.

Comi um kebab muito gostoso, esse, segundo meus amigos, era um jeito de saber como é ser pobre em Paris.

Aliás, a comida é bastante cara na cidade, mas eu fazia questão de tomar meu café com leite com croissant – na verdade um tradicional e outro com chocolate – pela manhã. O Le Café Parisien era mais em conta do que os outros da região e foi a minha escolha.

Regiões para se hospedar em Paris

Como o transporte público é bastante bom, acredito que você possa se hospedar em vários locais da cidade. Principalmente se quiser economizar. Porém, as áreas mais comuns e próximas às atrações principais são:

1º arrondissement: centro da cidade. Dá para ir a pé às várias atrações turísticas, como: o Louvre, o Palais Royalle, a Avenida Champs-Élysées e o Arco do Triunfo.

3º Arrondissement: Marais. Fica próximo aos museus Picasso e Cavalet. O bairro tem várias lojinhas bacanas e noite agitada.

7º Arrondissement: Torre Eiffel. As hospedagens são bastante caras por aqui. Visto que não tem nada mais nada menos do que a atração mais famosa de Paris.

8º Arrondissement: Champs-Elysées. Para quem quer ficar perto das lojas famosas, do Arco do Triunfo e dos restaurantes renomados.

Dicas de como andar de metrô em Paris.

Andar de metro em Paris

Como andar de metrô em Paris?

Foi fácil aprender a andar de metrô em Paris. Muito pelo fato de eu ter uma amiga que foi me buscar na estação de trem, me ajudou com a máquina de comprar bilhete e já me deu um mapa do metrô.

O sistema de transporte público de Paris é bastante eficiente. A malha do metrô é abrangente e você deve encontrar facilmente uma estação próxima em qualquer ponto da cidade.

Sim, ele é cheio, tem umas pessoas estranhas e algumas vezes é sujo.  Na madrugada vi uma galera bem louca. Uma adolescente quase vomitou em mim.

Lembre-se sempre de ficar esperto com os batedores de carteira, tão comuns pela Europa.

Mapa do metrô

Pegar o mapa do metrô já é uma ótima dica. Ele pode ser encontrado em uma versão de bolso nas estações e é gratuito. Peça o “plan du metro”, caso não estiver visível no balcão de informação.

Você pode até ter as direções na internet, apps e tal, mas nunca se sabe quando vai ficar sem bateria, por exemplo, e aí pode dar ruim. Clique aqui para acessar a versão em pdf do mapa!

Nas entradas do metrô também há sempre aqueles mapas grandes em que você pode se localizar com maior facilidade.

Como comprar o bilhete

Até existem as cabines em que você compra os bilhetes com os atendentes, mas eu particularmente sempre prefiro as máquinas. Talvez por poder escolher a linguagem. Não falo nada de francês. Elas aceitam cartões e moedas.

O esquema de cobrança, como em muitos lugares da Europa, é por zona. Basicamente você só vai usar o ticket T+ que vai até a zona 2 – serve para o ônibus e o RER também.

Escolha o bilhete que mais atende as suas necessidades –  com 1, 10 ou viagens ilimitadas. Faça as contas.  Há tíquetes exclusivos para ir ao aeroporto. Eles são mais caros do que os tradicionais.

No metrô

Se o bilhete for de papel, é só inserir no lugar destinado a ele e depois pegá-lo de volta na parte de cima da catraca. O cartão, é só aproximá-lo no sensor.

Sempre guarde o seu bilhete até o final da viagem.

Muitas pessoas não pagam para andar de transporte público em Paris. Pulam a catraca, passam por baixo, entram junto com alguém que tem bilhete. Fazem isso tipo na frente dos funcionários do metrô.

Um francês me contou que no caso dele, fazia isso, pois acreditava que o governo era rico e não deveria pagar pelo transporte público. Mas você corre o risco de ter que mostrar o bilhete e se não estiver com ele, pagará uma multa.

Para falar a verdade, eu andei várias vezes sem pagar, mas não recomendo. É extremamente arriscado.

Horário de funcionamento do metrô de Paris

Um fato para se prestar atenção é o horário de funcionamento do metrô. Ele abre cerca de 5h30 e geralmente fecha às 1h. Sextas, sábados e feriados vai até às 2h.

Onde está o problema? O horário de encerramento é quando ele chega na estação final. Ou seja, tem que se programar e não dá para pegar a composição das 1h55 e achar que vai chegar de boa ao seu destino.

Fiquei sabendo disso da pior maneira. Fui fazer a baldeação e os funcionários do metrô pediram que eu saísse da estação, pois ela iria fechar. Estava longe da minha hospedagem, sem celular, em um local deserto.

Tive que andar bastante de madrugada pelas ruas de Paris até achar um táxi. Gastei 20 euros para atravessar a cidade, dando ao motorista o nome da estação de metrô que eu deveria descer como destino.

O que eu descobri depois? Que quando o metrô fecha, há ônibus que fazem o trajeto dele. Ninguém na estação me falou isso.

Saiba aonde é melhor se hospedar em Paris!

De Paris a Milão

Como ir de Milão a Paris?

Há várias maneiras para ir de Milão a Paris: avião, trem, trem noturno, carro e ônibus. Os valores oscilam de acordo com a antecedência de compra, como já comentei em outros posts, mas são bem parecidos.

Trem

Optei por ir de trem e achei bastante tranquilo. Além de ter umas paisagens lindas pelo trajeto. Por isso, é a opção que indico!

Para economizar e ter mais tempo em Paris, comprei o do primeiro horário: 6h. Fui do hostel até o a estação Milano Porta Garibaldi de táxi por ser bastante cedo e  ainda estar escuro. Cheguei na Paris Gary de Lion que tem estação de metrô.

Existem um trem noturno que dura cerca de 10 horas de viagem, mas não consegui achá-lo para comprar via internet.

RESUMO DA MINHA VIAGEM

Empresa: SNCF

Tempo de viagem: 7h19

Valor: 47 euros

Saída: Milano Porta Garibaldi

Chegada: Paris Gary de Lion

Atenção: Durante a viagem passamos por uma espécie de imigração ao entrar na França. Por isso, mantenha seu passaporte a mão. Policiais entraram na composição, pediram documentos e fizeram perguntas.

Avião

O tempo de voo em si é curto: cerca de 1h20. Porém, se você contar o deslocamento até o aeroporto, check in, despachar mala e espera, não economiza tanto tempo assim. Talvez gaste cerca de 5 horas no processo inteiro. Se tem milhas pode ser uma boa.

Ônibus e carro

O pior de ir de ônibus é encarar cerca de 15 horas de estrada. O valor é menor, mas nem tanto assim, uns 30 euros. O carro é bom por poder conhecer outras cidades e fazer paradas no caminho. O tempo corrido é de cerca de 8h30.

Bon Voyage!

Roteiro Milão

Roteiro de dois dias em Milão: Dia 2 (Free Walking Tour)

No segundo dia do roteiro de dois dias em Milão optei por fazer um Free Walking Tour. Para falar a verdade, foi o primeiro que fiz na vida e adorei.

O que é um Free Walking Tour?

É um tour que você faz por algumas atrações da cidade a pé e sem um custo fixo. Um guia acompanha o grupo pelos locais de destaque e ao final do passeio cada um define quanto quer dar de dinheiro para ele.

Informações sobre o passeio

Peguei as informações sobre o Free Walking Tour como horário, inscrição, guia e localização no hostel mesmo. A maioria desse tipo de hospedagem na Europa tem alguma indicação do passeio que é bastante comum por lá.

O tour geralmente sai entre 9h e 11h do Duomo. Alguns saem a tarde também. O acesso de metrô até o local é bastante tranquilo. Chegando lá, procure o seu guia que deve estar com algum acessório para ser localizado facilmente. O meu tinha um guarda-chuva amarelo.

O roteiro dura cerca de 3h 30 com pausa para o almoço. Acredito que tenha opção de fazer em inglês e em espanhol. Não tem em português.

Meu grupo tinha apenas quatro pessoas: uma alemã e dois argentinos que moravam em Paris. Por isso, decidimos dar no mínimo 5 euros. Já ouvi dizer que tem gente que dá um ou dois euros e sai feliz.

Atrações no centro de Milão

Não vou colocar aqui as atrações exatamente na ordem em que visitei. Tudo é bastante perto e se a ideia não for fazer um tour sem guia, fica fácil de andar pela cidade e visitar suas principais atrações.

Duomo di Milano: seguindo o que já disse algumas vezes, a entrada à catedral é gratuita. Porém, se você quiser subir no terraço ou visitar o museu tem que pagar. Ao lado do Duomo tem um shopping, o La Rinascente Milano, você pode subir até o terraço e ver o monumento de cima.

Palazzo Reale:  no palácio ocorrem algumas exposições temporárias. Dá para andar por ele na parte externa e no pátio gratuitamente para observar a arquitetura.

Santuario Di S. Bernardino Alle Ossa: dentro do santuário tem uma sala em que há vários ossos humanos. Assusta um pouco, mas vale a visita.

Università Degli Studi di Milani: o prédio é histórico, mas quando visitei, a universidade estava com várias instalações e atrações. Depois do tour ainda voltei nela e fiquei por um bom tempo.

Biblioteca e Pinacoteca Accademia Ambrosiana: biblioteca e galeria de arte em um prédio histórico ao lado da Chiesa di San Sepolcro.

Piazza Mercanti: na praça ficam o Palazzo della Regione, a Loggia de Osii, Le Scuole Palatine e La Casa dei Panagarola. O mais legal é fazer o seguinte no edifício que tem no centro da praça: uma pessoa fica em coluna e a outra na outra oposta. Elas podem conversar através das paredes.

Galleria Vittorio Emanuele II: a arquitetura da galeria é encantadora. Dentro dela, há lojas de grife, como: Prada e Versace. Além de restaurantes chiques e bastante caros.  Repare nas fachadas das lojas que seguem um padrão.

Teatro Alla Scala: a casa de ópera é famosa em todo o mundo. Ela ainda está em funcionamento e nos dias de espetáculos não tem visitação.

Onde comer em Milão?

É tipo obrigatório experimentar o Panzerotti na Luini. O lugar é um pouco cheio, mas tem uma receita secreta de família que atrai muitos visitantes e locais. Ele é tipo uma fogazza só que frita típica da Puglia, mas que está em Milão desde o século XIX.

Outra dica é comer um doce na Panarello. A empresa foi fundada em 1885 em Genova. O doce mais vendido é o Cannoncino. Ele tem massa folhada e um recheio de creme.

Noite em Milão: Navigli

No post anterior eu falei de Brera para curtir a noite milanesa, nesse a dica é outra zona boêmia chamada Navigli. No bairro passa o Canal Naviglio Grande, o mais antigo de Milão.

Ao redor do canal estão bares e restaurantes. Geralmente você paga a bebida e pode comer à vontade.  O visual é incrível com edifícios antigos. A vibe é um pouco alternativa com locais e turistas.

Para chegar, é possível pegar o metrô e descer na estação Porta Genova. A saída do fervo é pela Via Vigevano e tem que virar à direita na Via Corsico.

Dia 1 do roteiro de dois dias em Milão.

Hospedagem em Milão!

Compras em Milão: chiques e acessíveis!

Roteiro Milão

Roteiro de dois dias em Milão: Dia 1

Dá para fazer um roteiro de dois dias em Milão? Dá! Eu queria ter ficado ao menos um dia a mais? Sim! Mas mais pelo motivo de que gostei da cidade e não porque não deu tempo de ver as principais atrações.

Acredito que o que contribuiu muito para o meu encantamento por Milão foi ter ido durante a Semana de Design. Haviam muitas instalações espalhadas pela cidade e em pontos turísticos. Foi uma quebra ao que eu até então tinha visto da Itália.

Não fiquei total no centro como expliquei no post anterior e vou montar um roteiro a partir do meu tempo de viagem e localização de hospedagem. Vamos lá!

Aviso: Nesse dia eu não usei transporte público, foi tudo a pé mesmo. As coisas não eram tão próximas. Andei bastante!

Manhã em Milão

Comecei a andar por Milão mais ou menos às 13 h. Cheguei 12 h na cidade. Por esse motivo, não fiz nada pela manhã.

Acho que você pode fazer esse mesmo roteiro se tiver o dia todo, só que com mais calma. Ou ir para o bairro de Navigli visitar lojas de artesanato e livrarias e admirar os prédios antigos, as pontes e os canais.

É só separar as atrações e montar o seu roteiro de acordo com o seu tempo, está bem?

Almoço “barato”

Na Via Vittor Pisani tem vários restaurantes. A área é bastante comercial com vários prédios empresariais. Durante à noite é bem vazia. O preço da comida é mais alto em relação aos outros locais que visitei da Itália.

Consegui achar um restaurante especializado em peixes que era gostoso, saudável e mais em conta. Para variar, esqueci de anotar o nome do local. Vou ser uma blogueira melhor.

Corso Como

Fui em direção à Porta Garibaldi que é um monumento. Ao lado dela está o Eataly. Dá para já comer uma sobremesa e aproveitar o Wi-Fi. E na frente a Corso Como.

A Corso Como é um calçadão com cafés, galerias e lojas com um visual incrível. Sério, eu amei esse lugar. A decoração, a vibe, tudo.

O destaque é a 10 Corso Como. Você entra por uma portinha e não dá nada pelo lugar. No térreo há um restaurante/café/bar e uma loja. Nos andares de cima tem uma livraria maravilhosa, uma galeria de arte e um terraço que tinha até uma Ferrari exposta.

Parque Sempione

O Parque Sempione é bastante grande, bonito e tem várias atrações, como: monumentos, museus, aquário e até um palácio. Visite o Arco della Pace, Arena Civica Gianni Brera, Torre Branca, La Triennale di Milano e Castello Sforzesco.

Quando fui ainda tinha um evento de música eletrônica rolando no local.

Próximo ao parque você pode visitar a Basilica Di Santa Maria Delle Grazie e a Igreja di San Maurizio al Monastero Maggiore. Religioso ou não, as igrejas são sempre bons passeios na Europa.

Para quem gosta de fazer compras ou ver lojas, em frente a saída do castelo do parque fica a Via Dante. A rua conta com conta lojas como a Lush, a Sephora, a Lacosta, a Chicco e outras mais.

Noite em Milão: Brera

Terminei a noite no Brera que é um bairro muito animado de Milão. Lá tem vários bares, galerias, restaurante e prédios antigos. Ele abriga a Pinacoteca de Brera que é bastante conhecida.

Como falei, fui na Semana de Design a Milão. Por esse motivo, o bairro estava recheado de festas. Algumas lojas estavam abrindo os seus showrooms e artistas expondo suas obras. Era um fervo só.

Dia 2 do roteiro de dois dias em Milão!

Compras em Milão: chiques e acessíveis!

Hospedagem em Milão!

Hostel em Milão

Hospedagem em Milão: Um hostel bem estruturado

Quando programei a minha viagem à Europa, decidi comprar as passagens primeiro, por ser bem mais barato adquirir com antecedência. Para mim, acomodações eram a parte que se gastava menos da Eurotrip. Até que procurei hospedagem em Milão.

Isso já tinha acontecido antes comigo em Nova York, vi uma passagem barata e comprei. Depois descobri que o caro lá era mesmo um lugar para dormir.

Comecei a pesquisar hospedagens e vi que tudo era muito caro, o dobro dos outros lugares que eu estava vendo em outros pontos da minha viagem até ali. O alívio veio quando lembrei que só precisava de duas diárias.

Quando fui estava acontecendo a Semana de Design de Milão. Talvez as altas no preço eram por esse motivo. Não tenho certeza!

Localização

Depois de muita pesquisa, uma recusa no Airbnb, optei por ficar no Ostello Bello Grande. O hostel é muito bom e próximo à estação Milano Centrale. Há outra unidade perto do Duomo, mas eu tinha que pegar um trem bem cedo e acabou sendo a melhor opção.

Apesar de longe das atrações centrais, é bem servido de transporte público.

Reserva

Eu reservei direto pelo site do Ostello, mas ele está disponível no Booking – com uma nota altíssima. Não fechei por lá, pois na ocasião não havia cancelamento gratuito e eu queria ter essa liberdade.

Estrutura

A estrutura do hostel é fantástica. Ele tem Welcome Drink, um bar bastante agitado, jogos, amplo espaço de convivência, terraço, cozinha e churrasqueira. É bastante limpo e organizado. A decoração é bem legal e contemporânea.

Foi a minha primeira vez no topo de uma triliche e de ter uma menina exalando álcool e cheiro de cigarro dormindo no mesmo quarto do que eu. Tivemos que dormir com a porta da sacada aberta no frio.

Ah, tem banheiro dentro do quarto. Não sei se em todos.

Atendimento

Os funcionários foram bastante solícitos. Desde a chegada fui muito bem recepcionada. Tive que esperar um pouco para dar a hora do check in. No check out também foi ótimo, pediram um táxi rapidamente para eu ir até a estação. Além de me ajudarem com informações de transporte e walking tour.

Comida

O Ostello oferece café da manhã incluso no valor da diária e macarrão no jantar. Além de ter alguns snacks – tipo bolinhos e bolachas – gratuitos que ficam na cozinha. Acho que eles tinham patrocínio de alguma marca de massas, tinham embalagens a disposição do hospede caso ele quisesse prepara-las.

Saiba o que fazer em Milão!

Florença a Milão

Como ir de Florença à Milão? De trem!

O trem é sem dúvida a melhor opção para se ir de Florença a Milão. Além de ser a forma mais rápida, pode ser também bastante barato se a passagem for comprada com antecedência. A diferença de valor é enorme.

Já fiz um post dando dicas para economizar na compra das passagens de trem. Vale conferir!

Escolha o seu trem

Por questões financeiras, decidi pegar o Intercity e demorei mais do que se eu tivesse optado pelo Frecciarossa ou o Frecciargento. É a metade do preço, mas o dobro do tempo. Então, vai do que se encaixar melhor na sua viagem.

Para entender melhor a diferença entre os tipos de trens, vale dar uma olhada em um outro post em que expliquei como andar de trem pela Itália.

No Intercity, você leva quase 4 horas e no Freccia cerca de 1h 40. Se tiver grana, vale investir em uma viagem mais rápida para aproveitar melhor o próximo destino. Nessa altura, na minha trip, uma horinha a mais dormindo no trem não era uma má ideia.

Resumo da minha viagem

Empresa: Trenitália

Tempo de viagem: 3h54

Tipo do trem: Intercity 580

Valor: 9 euros

Saída: Firenze S. M. Novella

Chegada: Milano Centrale

Milano Centrale

Tinha ouvido falar que a estação central de Milão era um pouco perigosa. Cheguei tensa e notei que em volta e até dentro haviam moradores de rua e pedintes. Fui andando até o hostel, que era perto, foi tranquilo, mas fiquei bastante atenta.

Acredito que os cuidados básicos precisam ser tomados, como: prestar atenção na sua bagagem, não ficar andando com o celular a mostra, não se distrair com nada e nem aceitar ajuda de qualquer um. Se mora no Brasil, já deve fazer isso.

Buon divertimento!

Dicas para combater os batedores da carteira na Europa!

Saiba onde se hospedar em Milão!

Pisa Itália

Bate e volta saindo de Florença para Pisa e Lucca

O trem é sem dúvida a melhor opção para se ir de Florença a Milão. Além de ser a forma mais rápida, pode ser também bastante barato se a passagem for comprada com antecedência. A diferença de valor é enorme.

Como chegar a Pisa?

Há duas possibilidades: pegar o trem mais rápido (1 hora de viagem) na Firenze S. M. Novella. Descer na Pisa Centrale e andar por quase 30 minutos. Ou escolher o trem regional (1h 30 de viagem), ir até a Pisa San Rossore e andar cinco minutos até a Torre. O valor é de cerca de 8,40 euros pela Trenitália.

Em um outro post, expliquei e dei dicas de como andar de trem na Itália.

O que fazer em Pisa?

A atração da cidade é mesmo a Torre de Pisa. Ela fica como se fosse em um parque.

No gramado muitas pessoas fazem piqueniques ou simplesmente deitam na grama para relaxar.

No espaço, há ainda a Catedral, a Ópera do Duomo, o Batistério, o Cemitério e a “Sinopie”. Não vi filas para comprar os ingressos para visitar o interior das atrações, mas se quiser pode garantir os ingressos pelo site.

Na entrada tem um Mc Donald´s. Comprei o lanche lá e também fui comer no espaço verde do “Quadrado dos Milagres”. Sempre carrego uma canga comigo nas viagens.

Faça a turista empolgada e tire as fotos clichês com a Torre!

Como ir de Pisa a Lucca?

Pegue um trem, nesse caso só tem regional mesmo, na Pisa San Rossore para Lucca. O trajeto é bem curto, cerca de 20 minutos e o valor “baixo” – 3,50 euros. Além da estação ser na frente de uma das entradas da muralha.

Dicas: só há máquinas para compra de bilhetes na Pisa San Rossore, então, se puder, compre o bilhete antes. Outra coisa, você precisa ficar esperta na plataforma que o trem vai passar e no horário. Ele não fica muito tempo na plataforma.

O que fazer em Lucca?

Lucca é uma cidade da Toscana envolta por uma grande muralha. Só isso já poderia ser um motivo para conhecê-la, mas por detrás das pedras há uma encantadora vila. Andar a pé ou de bicicleta é a melhor opção para andar por suas ruelas.

Quando se tem pouco tempo, como em um bate e volta, a bike ajuda bastante. É possível alugá-la, deixando um documento ou o cartão de crédito como garantia.

Pegue um mapa da cidade e se jogue. Algumas atrações são: a Igreja San Michele in Foro, a Casa di Puccini, o Anfiteatro Romano, o Duomo de San Martino, o Palazzo Pfanner, a Torre Guinigi e as praças.

Como ir de Lucca a Florença?

A volta é em trem regional. Dura cerca de 1h 20 e custa 7,50 euros.

Ainda dá para chegar em Florença e aproveitar a noite!

Florença à noite

O que fazer à noite em Florença?

O centro é bastante movimentado e há muito o que fazer à noite em Florença. A cidade fica lotada de estudantes e turistas. Dá tranquilamente para passear pelas ruas a pé e conferir diferentes atrações.

Geralmente há opções ao ar livre, restaurantes, bares, cafés e baladas na capital da Toscana.

Restaurantes

Bom, você está na Itália e a comida é uma das melhores atrações. Então, você pode aproveitar a noite, ou pelo menos o começo dela, para degustar os pratos típicos do país. Pode ser uma bela massa, uma pizza ou até uma focaccia. O vinho pode acompanhar a refeição.

Bares

Florença tem muitos bares. Alguns deles ficam bastante lotados e permanecem abertos até tarde. Neles, é possível comer deliciosos aperitivos e bebericar.

Eu achei legal a vibe dos que são pequenos e tem cadeiras na rua.  Na Via dei Neri há alguns nesse estilo, o mais famoso deles é o Bar All’Antico Vinaio. Já aviso que tem que ter disposição para encarar a fila para comer o seu delicioso sanduíche.

Alguns contam com música ao vivo e há também pubs. Não fui em nenhum desses para poder indicar.

Atrações ao ar livre

Principalmente durante o verão, há muitas atrações ao ar livre pelo centro de Florença. Geralmente são exposições, concertos, teatros e até cinema. Vale dar uma olhada na programação da cidade. Você pode acessar o Firenze Spettacolo e o Firenze Notte.

Baladas

Há baladas para todos os gostos: eletrônica, de hip hop, pop, jazz, alternativa e para o público GLBT. Eu sempre acho legal perguntar para algum morador ou o pessoal da sua hospedagem qual a casa noturna mais bacana no momento. Eles terão boas sugestões e saberão o que está bombando e o que está flopado.

Compras, comidas e entardecer em Florença!

Veja as atrações turísticas da capital da Toscana!