Rambla de Montevidéu

Relato: Descobrindo o Uruguai

Quando pensei em viajar para o Uruguai sabia pouco, ou quase nada, sobre o país. Minha base era: o Mujica foi presidente, eles legalizaram o aborto e descriminalizaram a maconha.

Lá tem o hotel Conrad que passa no Amaury Jr e aquela mão que sai da areia que aparece em todas as fotos de turistas.

Planejando a minha viagem notei que vai muito além, o Uruguai respira história e o Brasil faz parte dela. Aliás, é estranho você ir a um país em que nós tivemos tanta influência para o bem e para o mal.

Tadinho dos gaúchos se eles acham que são os reis do chimarrão, os uruguaios andam com sua garrafa térmica embaixo do braço e a cuia na mão.

É o flanelinha, a pessoa que está fazendo propaganda política na rua, a vovó fazendo compras no mercado, todo mundo mesmo. O mais interessante é que o mate é importado do Brasil.

Um vendedor me disse que esse era um hábito dos índios brasileiros, passado para os portugueses, que foram trazidos para o Uruguai.

Aliás, a questão dos índios por lá não é digna de orgulho, visto que os colonizadores exterminaram todos eles.

E sabe aquelas invasões que vemos no Game of Thrones, que a galera mata todo mundo, saqueia e estupra as mulheres, então brasileiros fizeram isso por lá para tentar ganhar território.

Sobre a política atual há pessoas insatisfeitas e como eles contaram alguns trabalham para os outros descansarem. Acho que já ouvi essa história antes.

Existem muitos museus, galerias de arte e lojas de artesanato.

Os uruguaios são magros em sua maioria, não comi coisas muito light lá, mas acho que é porque eles possuem o hábito de fazer muitas atividades físicas.

Em Montevidéu, por exemplo, a rambla, que é tipo uma orla, está sempre cheia, principalmente no horário do pôr-do-sol no Rio de La Plata, que é maravilhoso.

Chega de blá, blá, blá e vem conhecer melhor o país no Nah Estrada!

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